Professor do campus de Três Lagoas participa do Hackathon ELT

No último fim de semana, o professor Fabrício Ono, do curso de Letras do câmpus de Três Lagoas (CPTL), participou da primeira edição do Hackathon English Language Teaching (ELT) promovido pelo Escritório Regional de Língua Inglesa (Relo) da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Foram convidadas 40 pessoas entre professores do ensino básico e médio, professores universitários, profissionais e representantes de secretarias de estado de Educação de todo o país. Fabrício foi o único convidado de Mato Grosso do Sul a integrar o grupo.

“A ideia era reunir pessoas de diferentes formações em grupos que desenvolviam projetos pensando no ensino de inglês, em questões que tivessem como princípios a equidade, diversidade, a inclusão, criatividade”, comentou o professor. O Hackathon ELT aconteceu em Recife e Olinda, entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro.

As atividades foram conduzidas pela especialista em língua inglesa Luciana de Oliveira com o objetivo de transformar o ensino do idioma. Depois de 48 horas intensivas de estudo, discussões e exercícios, os participantes apresentaram projetos que foram avaliados por um júri composto por representantes do setor público e privado. Dentre os selecionados, está o projeto apresentado pelo grupo do professor Fabrício da UFMS, intitulado “Speaking Communities”.

“Estou muito feliz em ter um projeto destacado durante o evento”, disse o professor do CPTL. Além de Fabrício, integraram o grupo Jucimeire Bispo, da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo; Jan Krutzinna, da EduSim – Chatclass; Vinicius Batista, do We Speak Social Project; e Rita Moriconi, da Education USA.

O próximo passo, de acordo com Ono, é articular parcerias para implementar o projeto, que tem como objetivo democratizar o ensino de inglês. “Nossa ideia é auxiliar jovens de 13 a 18 anos a desenvolver habilidades orais e também dar suporte aos professores da rede pública para promover aulas mais significativas em turmas grandes por meio do ChatClass”, explicou. Segundo o professor, o conteúdo é disponibilizado pelo WhatsApp, sem a necessidade de baixar aplicativos. “É muito simples para o professor e permite colaboração em duplas, o que facilita a prática da oralidade”, destacou.

Outra vantagem é a de que os conteúdos são alinhados com planos de aula. “O objetivo do grupo é implantar o projeto, inicialmente, em quatro estados. Nossa meta inicial é atingir ao menos 40 mil alunos.

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Texto: Vanessa Amin

Fotos: Arquivo RELO