Inpi coloca a UFMS na 22ª posição em programas de computador em 2025

A UFMS ficou na 22ª posição no ranking nacional, do  Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), em patentes de programas de computador em 2025 com 33 depósitos registrados. A classificação avaliou mais de 4 mil registros, entre patentes, marcas, desenhos industriais e programas de computador. 

A reitora Camila Ítavo ressalta a importância do reconhecimento nacional para o fortalecimento da inovação na Universidade. “Estamos muito satisfeitos com esse destaque para a Universidade, que demonstra a força do coletivo na busca de soluções inovadoras, que resultam nos registros de propriedade intelectual. Importante reforçar esse caminho desde a criação à proteção dos programas de computador, que amplia as possibilidades de transferência de conhecimento para o setor produtivo e diferentes setores da sociedade.. Quero cumprimentar todos que participam desse processo com tanto êxito e dedicação”, disse.

O diretor da Agência de Tecnologia da Informação e Comunicação, Anderson Viçoso, destacou a contribuição da infraestrutura tecnológica e do apoio institucional para o desenvolvimento das soluções registradas pela Universidade. “Esse reconhecimento é fundamental para a UFMS, pois mostra que desenvolvemos tecnologias de ponta com a participação direta de professores, estudantes e técnicos, gerando softwares para as mais diversas áreas. A Agetic cria e monitora toda a infraestrutura tecnológica necessária desde a rede de internet e laboratórios até a estrutura computacional e de software para que os pesquisadores consigam transformar suas ideias em resultados tão impressionantes”, contou.

Para o diretor da Agência de Internacionalização e de Inovação, João Batista, o resultado consolida a cultura de proteção intelectual que vem sendo madurecida na Instituição. “A Aginova atua desde o incentivo inicial para que os pesquisadores desenvolvam tecnologias com potencial de mercado, passando pela proteção da propriedade intelectual em si, até capacitações em modelagem de negócios. Hoje, a comunidade universitária compreende a importância de proteger suas invenções. O desenvolvimento de softwares na UFMS já não se restringe à Faculdade de Computação; ele acontece em cursos de todas as áreas. Estar na 22ª posição nacional é uma grata surpresa, mas também algo esperado para uma Instituição que valoriza a gestão de suas tecnologias. Isso nos motiva a buscar resultados ainda maiores e a levar essas inovações ao mercado”, pontuou.

A publicação do Inpi também destaca a participação expressiva de universidades, institutos federais e centros de pesquisa no cenário brasileiro de inovação. Segundo o relatório, as instituições públicas de ensino e pesquisa permanecem como os principais polos de inovação e agentes responsáveis pela geração de tecnologia e produção científica no país, fortalecendo a integração essencial entre ciência, tecnologia e desenvolvimento econômico nacional.

Texto: Karolyne Peralta