UFMS participa de Semana de Mobilização contra Aedes aegypti

O Governo Federal realiza de 23 a 27 de outubro a Semana de Mobilização Nacional de Saúde, Assistência Social e Educação no combate ao vetor Aedes aegypti. Participam da ação mais de 210 mil unidades públicas e privadas de todo o Brasil, dentre elas a UFMS.

O objetivo é que durante esta semana a população seja alertada sobre a importância de combater o mosquito transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, já antes do verão, período do ano quando acontece o maior volume de chuvas, o que facilita reprodução do Aedes aegypti.

De acordo com o professor da UFMS Antonio Pancracio de Souza, que tem extensa experiência de pesq         uisa em biologia e controle do mosquito, campanhas como essa são essenciais para o efetivo combate. Ele explica que os criadouros artificiais (aqueles que disponibilizamos por descuido ao mosquito) mais freqüentes em Campo Grande são representados principalmente por latas (tinta, bebida), vasilhames plásticos que são tratados como lixos, garrafas pets, panelas, e baldes quebrados. “Precisamos ficar atentos em como descartar os vasilhames, atentando também para os bebedouros de animais, pratos de plantas, bacias, garrafas e baldes ainda úteis com água, lonas que são os segundos criadouros artificiais mais importantes em Campo Grande”, afirmou.

Outras informações importantes para a população são as condições ideais de micro habitat para a proliferação do mosquito. “Reservatórios com água, néctar e sangue servem de recurso enérgico para os mosquitos adultos. O sangue, preferencialmente humano, serve para a maturação dos ovos e os ambientes sombreados servem para o repouso e para a oviposição”, elucidou.

O treinamento que o professor faria com agentes de endemia no dia 24 foi cancelado, mas o docente fez uma lista com nove mitos e verdades sobre o Aedes aegypti e o combate ao mosquito disponibilizada a seguir.

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